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Relatório do exercício económico 2013
3/7/2014 07:57:53

O presente relatório destaca as acções desenvolvidas durante o exercício económico de 2013, cujos resultados estão abordados nos capítulos que o conformam. A partir dos instrumentos fundamentais da realização das actividades e tarefas traçadas, o Governo engajou-se na implementação dos Programas de Investimento Público e os Específicos. No capítulo económico e produtivo, o Governo trabalhou na reabilitação e construção das redes de energia e águas, das redes viárias secundárias e terciárias, e dos edifícios públicos.

No capítulo Social, deu solução aos principais problemas relativos à baixa renda familiar, redução da taxa de desemprego, redução do número de crianças fora do sistema de Ensino, assistência aos regressados, sinistrados, idosos, crianças vulneráveis, desmobilizados e melhoria da assistência médica-medicamentosa.


Programa de Desenvolvimento de Médio Prazo 2009-2012
1/6/2011 09:07:31

No contexto actual, a possibilidade de retomada pela população das suas actividades produtivas normais a todos os níveis é real, a possibilidade de edificação das capacidades institucionais e humanas para levar á cabo um processo de reconstrução, de recuperação, de crescimento e desenvolvimento é um facto, e os problemas até aqui enfrentados estão devidamente identificados, hierarquizados por prioridades o que permitiu a elaboração com algum acuidade e objectividade o presente Programa Provincial de Médio Prazo (2009 -2012) As opções eleitas se dar ímpeto suficiente ao processo de reconstrução da Província constituem os desafios do Governo e outros segmentos da sociedade destinados a garantir a consecução dos grandes objectivos do presente Programa. O Programa Provincial de Médio Prazo – PPMP foi elaborado com base nas orientações superiormente definidas, e descreve alguns esforços que o Governo vem empreendendo nos últimos três biénios no quadro de implementação dos Programas de Melhoria da Oferta de Serviços Sociais Básicos as Populações. O móbil do Programa é também sequência às acções e projectos de investimentos de impactos Social; produtivo e económico, que no quadro da melhoria e aumento de oferta de serviços básicos aos diferes extractos sociais, não foram concluídos. Para o êxito do presente programa, a Província contará com as intervenções continuadas de responsabilidade quer central como local, das quais se predispõe ombrear lado a lado na concretização dos resultados e metas almejadas.


Programa de Desenvolvimento de Médio 2009-2012
1/6/2011 09:06:44

No contexto actual, a possibilidade de retomada pela população das suas actividades produtivas normais a todos os níveis é real, a possibilidade de edificação das capacidades institucionais e humanas para levar á cabo um processo de reconstrução, de recuperação, de crescimento e desenvolvimento é um facto, e os problemas até aqui enfrentados estão devidamente identificados, hierarquizados por prioridades o que permitiu a elaboração com algum acuidade e objectividade o presente Programa Provincial de Médio Prazo (2009 -2012) As opções eleitas se dar ímpeto suficiente ao processo de reconstrução da Província constituem os desafios do Governo e outros segmentos da sociedade destinados a garantir a consecução dos grandes objectivos do presente Programa. O Programa Provincial de Médio Prazo – PPMP foi elaborado com base nas orientações superiormente definidas, e descreve alguns esforços que o Governo vem empreendendo nos últimos três biénios no quadro de implementação dos Programas de Melhoria da Oferta de Serviços Sociais Básicos as Populações. O móbil do Programa é também sequência às acções e projectos de investimentos de impactos Social; produtivo e económico, que no quadro da melhoria e aumento de oferta de serviços básicos aos diferes extractos sociais, não foram concluídos. Para o êxito do presente programa, a Província contará com as intervenções continuadas de responsabilidade quer central como local, das quais se predispõe ombrear lado a lado na concretização dos resultados e metas almejadas.


Programa de Desenvolvimento de Médio Prazo 2009-2012
31/5/2011 14:13:36

No contexto actual, a possibilidade de retomada pela população das suas actividades produtivas normais a todos os níveis é real, a possibilidade de edificação das capacidades institucionais e humanas para levar á cabo um processo de reconstrução, de recuperação, de crescimento e desenvolvimento é um facto, e os problemas até aqui enfrentados estão devidamente identificados, hierarquizados por prioridades o que permitiu a elaboração com algum acuidade e objectividade o presente Programa Provincial de Médio Prazo (2009 -2012) As opções eleitas se dar ímpeto suficiente ao processo de reconstrução da Província constituem os desafios do Governo e outros segmentos da sociedade destinados a garantir a consecução dos grandes objectivos do presente Programa. O Programa Provincial de Médio Prazo – PPMP foi elaborado com base nas orientações superiormente definidas, e descreve alguns esforços que o Governo vem empreendendo nos últimos três biénios no quadro de implementação dos Programas de Melhoria da Oferta de Serviços Sociais Básicos as Populações. O móbil do Programa é também sequência às acções e projectos de investimentos de impactos Social; produtivo e económico, que no quadro da melhoria e aumento de oferta de serviços básicos aos diferes extractos sociais, não foram concluídos. Para o êxito do presente programa, a Província contará com as intervenções continuadas de responsabilidade quer central como local, das quais se predispõe ombrear lado a lado na concretização dos resultados e metas almejadas.


Resumo Geo-Histórico do município do Pango-Aluquém
3/3/2011 14:44:00

RESUMO GEO-HISTORICO DO MUNICÍPIO DE PANGO-ALUQUEM. Com uma extensão territorial de 2.753,5 Km2,o Município situa-se a leste da Província do Bengo e dista a 109 km da cidade de Caxito sede da Província do Bengo fazendo limites com os Município dos Dembos a Norte, do Bula Atumba a leste, do Golungo-Alto Província do Kwanza-Norte a sul e ao Oeste com Municipio do Dande, com uma população estimada em cerca de 49.597 habitantes. O município tem como principal recurso o solo arável em quase toda extensão onde se pode diversificar a actividade agrícola. A cultura do café é a actividade de maior renda seguindo-se a pecuária. É também rica em madeira. O município administrativamente divide-se em duas comunas, a sede e a de Cazuangongo. A sede, Pango comporta 4 povoações e Cazuangongo tem 16 bairros e 51 fazendas agrícolas, a maior parte delas em estado inactivo. Até 25 de Abril de 1980, Pango-Aluquém pertencerá a circunscrição político-administrativa de Kwanza Norte. A partir de 26 de Abril de 1980, integrou a província do Bengo a semelhança dos outros dois municípios que também pertenceram a Kwanza Norte, Bula Atumba e Dembos. O município comemora o dia da sua criação a 1 de Setembro. Chegada dos povos habitantes do Município O território que constitui, hoje, o município de Pango-Aluquêm, antes da penetração e ocupação colonial, era habitado por duas (2) tribos, nomeadamente, os Kimbundos e Loangos. Chegada dos Kimbundos Os povos Kimbundos que provoam actualmente o Municipio de Pango-Aluquém são provenientes da Ilha de Luanda. Com efeito, na face de disputa da cidade de Luanda, entre Portugueses e Holandeses, uma família de Guerreiros chefiada por um Dembo Guerrilheiro de nome Cazua-Ngongo, solicita ao Reino Ngola Kiluanje a saída desta cidade para outras paragens com vista a conquistar de melhores condições de subsistência. Na caminhada, a caravana passa pelo Caxito, onde o Dembo Nambuangongo, irmão mais velho de Cazua –Ngongo,separa-se do grupo e dirige-se ao Norte. Um contingente deste grupo preferiu instalar-se em Icau, onde Salambemba, o irmão menor de Cazua-Ngongo foi empossado ao grau de Soba da área. Tomando via contrária, Cazua-Ngongo, descendo para sul-Este, coloca um dos seus parentes,Hesso Anâmbua,como Dembos nas terras do actual Gombe-Ya-Muquiama. Prosseguindo a sua marcha, instala o Soba Sassa Calomba.Nas terras actuais e Kaculo-Kahenda nas proximidades de Bula-Atumba. O próprio Dembos Czua-Ngongo fixou-se nas actuais paragens,da Comuna de Cazua –Ngongo,tendo sob o seu controlo trinta e duas(32) Sanzalas seu território abarcava as actuais áreas de Gombe-ya-Muquiama,antes Hessó-Anâmbua,o Icau e Kaculo Kahenda sendo postos avançados contra a ocupação colonial. O Símbolo do poder era a Kijinga,acompanhado de vestes de pano e um Mbaçá bem como sineta que significava carimbo e Bandeira. Chegada dos Kimbundos do Gombe-ya-Muquiama. Gombe-ya-Muquiama,é o verdadeiro nome e significa rebelde. Trata-se de duas (2) raparigas que haviam sido levados pelos Holandeses, ao saírem de Luanda,e abandonadas no Reino do Congo.Neste novo território, as duas raparigas Kimbundos casaram com os filhos do Rei,tendo sido resultado na tribo Ngaji,conhecendo a sua origem,a família Ngaji decideu regressar a procedência,usando como sinais para identificação, a língua Kimbundo e o som das trombetas características dos habitantes provenientes da Ilha de Luanda. Ao surgir nas anteriores terras do Hesso Anânbua,entram em violentos combates com este e o Dembo Cazua-Ngongo em defesa do Hesso–Anânbua,descobre que os inimigos erem pessoas da mesma família. Assim, decide retirar Hesso-Anâmbua para instalar definitivamente os recém chegados, cujo apelido serviu para designar o local Gombe-ya-Muquiama. Chegada dos povos Loangos. Nos tempos remotos,no reino do Congo,mormente na localidade de Loango,na actual Provincia de Cabinda três (3) irmãos, designadamente Mpango-Aluquém, NJIMBO-aluquém e Nzambi-Aluquém por solitação da autoridade tradicional da região dos Dembos foram mandatados pelo tio Nimi-Aluquém numa disseminados naquela região (dos Dembos). Apois o cumprimento êxitoso desse dever,em retribuição, os autóctones ofereceram bandas de terra aos irmãos chegados.Assim.coubera, e eles as actuais terras de Njimbo-Aluquém na comuna de Cazuangongo; Nzambi–Aluquém, nos Kilombo dos Dembos; Nkoxi, nos Dembos-Quibaxe, Kiaji, comuna do Bula-Atumba; e finalmente,ao primogénito,de nome Mpango-Aluquém,coube as actuais terras situadas na região dos Dembos circundades por Gombe-ya Muquiama,Dungo, Cazua-Ngongo e Combe. Penetração e Ocupação do Municipio pelos Portugueses. Os portugueses ávidos de colonizar Angola, por força de armas foram conquistando e ocupando as terras Angolanas e submetendo os seus povos a colonização.Todavia,no território do Municipio de Pango-Aluquém exercito colonial deparou-se uma forte resistência dos Guerrilheiros de Cazuangongo. Resistência de Cazua-Ngongo. A primeira incursão portuguesa nesta região foi registada em 1872,quqndo a coluna comandada pelo Tenente Coronel João de Almeida, trava a 24 de Julho primeiros combates contra os Guerrilheiros chefiados por Kibandende,o então Dembos de Cazua-Ngongo que,no mesmo ano veio a falecar por doença. Nessas batalhas,os bravos Guerreiros de Cazua-Ngongo capturam a senhora Riqueta,esposa de um fazendeiro denominado Silva, na baixa colume, hoje Santa Teresa. A mesma senhora,mais tarde,casa com o Dembo Kamuango-Kangongo, substituto do Kibalandende. Em Junho de 1908,por ordens do Tenente Coronel Almeida Valente,o forte de Maravila transitou para Cazua-Ngongo,passando a chamar-se posto militar de Cazuangongo que extinguiu-se em 20 de Junho de 1922,consumada a ocupação completa dessa terra. Penetração na actual sede e estabelecimento do Posto Administrativo. Conquistada Cazua-Ngongo,o colonialista português na prosseguição da sua missão,logrou facilidade na penetração e ocupação do território de Pango-Aluquém. Nesta nova resistência, da parcela, o colonizador estabeleceu a sua sede que baptizou por Pango-Aluquém que mais tarde em 1919,serviu o nome de posto Administrativo. A partir da sua sede,estendeu-se duma forma pacífica a sua influência para outras áreas,tais como Gombe-ya-Muquiqmq,Hesso-Anâmbua,Dungo e Quita. Criação de Fazendas de Café e a Chegada dos Ovimbundos. Terminada a face de ocupação, os colonialistas com intuito de desenvolver a Economia para o sustento do Metrópole, criaram vastas plantações de café denominda fazendas ocupando 98% (noventa e oito porcento) de superfície do actual Municipio. Havendo necessidades de angariar mãos de obras,barratas os colonialista foram contratando os Ovimbundos que mais tarde a pois a Independência,fixaram-se neste território constituindo deste modo a terceira tribo do Municipio. Conversão de Posto Administrativo em Conselho. Decorrido vários anos,a população caféicola atingiu o seu apogeu,constituindo a base da economia do posto Administrativo de Pango-Aluquém.Comparando os indicadores da produção de café,verificou-se que o posto Administrativo de Pango-Aluquém superava a produção do conselho dos Dembos.Então,perante essa escenção Económica,Administração Colonial achou melhor conferir ao posto Administrativo de Pango-Aluquém o estatuto do conselho Administrativo em 1971,dia 01 de Setembro, conforme o Diploma Legislativo nº4153,publicado no boletim oficial nº206,Iº série. Surgimento do Posto Administrativo de Cazua-Ngongo. Em consequência do estatuto do conselho Administrativo conferido ao posto Administrativo de Pango-Aluquém achou-se por bem por parte da entidade colonial,transformar Cazua-Ngongo em posto Administrativo, facto que ocorreu em 1922.-


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