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Programa de Desenvolvimento de Médio Prazo 2009-2012
1/6/2011 09:07:31

No contexto actual, a possibilidade de retomada pela população das suas actividades produtivas normais a todos os níveis é real, a possibilidade de edificação das capacidades institucionais e humanas para levar á cabo um processo de reconstrução, de recuperação, de crescimento e desenvolvimento é um facto, e os problemas até aqui enfrentados estão devidamente identificados, hierarquizados por prioridades o que permitiu a elaboração com algum acuidade e objectividade o presente Programa Provincial de Médio Prazo (2009 -2012) As opções eleitas se dar ímpeto suficiente ao processo de reconstrução da Província constituem os desafios do Governo e outros segmentos da sociedade destinados a garantir a consecução dos grandes objectivos do presente Programa. O Programa Provincial de Médio Prazo – PPMP foi elaborado com base nas orientações superiormente definidas, e descreve alguns esforços que o Governo vem empreendendo nos últimos três biénios no quadro de implementação dos Programas de Melhoria da Oferta de Serviços Sociais Básicos as Populações. O móbil do Programa é também sequência às acções e projectos de investimentos de impactos Social; produtivo e económico, que no quadro da melhoria e aumento de oferta de serviços básicos aos diferes extractos sociais, não foram concluídos. Para o êxito do presente programa, a Província contará com as intervenções continuadas de responsabilidade quer central como local, das quais se predispõe ombrear lado a lado na concretização dos resultados e metas almejadas.


Programa de Desenvolvimento de Médio 2009-2012
1/6/2011 09:06:44

No contexto actual, a possibilidade de retomada pela população das suas actividades produtivas normais a todos os níveis é real, a possibilidade de edificação das capacidades institucionais e humanas para levar á cabo um processo de reconstrução, de recuperação, de crescimento e desenvolvimento é um facto, e os problemas até aqui enfrentados estão devidamente identificados, hierarquizados por prioridades o que permitiu a elaboração com algum acuidade e objectividade o presente Programa Provincial de Médio Prazo (2009 -2012) As opções eleitas se dar ímpeto suficiente ao processo de reconstrução da Província constituem os desafios do Governo e outros segmentos da sociedade destinados a garantir a consecução dos grandes objectivos do presente Programa. O Programa Provincial de Médio Prazo – PPMP foi elaborado com base nas orientações superiormente definidas, e descreve alguns esforços que o Governo vem empreendendo nos últimos três biénios no quadro de implementação dos Programas de Melhoria da Oferta de Serviços Sociais Básicos as Populações. O móbil do Programa é também sequência às acções e projectos de investimentos de impactos Social; produtivo e económico, que no quadro da melhoria e aumento de oferta de serviços básicos aos diferes extractos sociais, não foram concluídos. Para o êxito do presente programa, a Província contará com as intervenções continuadas de responsabilidade quer central como local, das quais se predispõe ombrear lado a lado na concretização dos resultados e metas almejadas.


Programa de Desenvolvimento de Médio Prazo 2009-2012
31/5/2011 14:13:36

No contexto actual, a possibilidade de retomada pela população das suas actividades produtivas normais a todos os níveis é real, a possibilidade de edificação das capacidades institucionais e humanas para levar á cabo um processo de reconstrução, de recuperação, de crescimento e desenvolvimento é um facto, e os problemas até aqui enfrentados estão devidamente identificados, hierarquizados por prioridades o que permitiu a elaboração com algum acuidade e objectividade o presente Programa Provincial de Médio Prazo (2009 -2012) As opções eleitas se dar ímpeto suficiente ao processo de reconstrução da Província constituem os desafios do Governo e outros segmentos da sociedade destinados a garantir a consecução dos grandes objectivos do presente Programa. O Programa Provincial de Médio Prazo – PPMP foi elaborado com base nas orientações superiormente definidas, e descreve alguns esforços que o Governo vem empreendendo nos últimos três biénios no quadro de implementação dos Programas de Melhoria da Oferta de Serviços Sociais Básicos as Populações. O móbil do Programa é também sequência às acções e projectos de investimentos de impactos Social; produtivo e económico, que no quadro da melhoria e aumento de oferta de serviços básicos aos diferes extractos sociais, não foram concluídos. Para o êxito do presente programa, a Província contará com as intervenções continuadas de responsabilidade quer central como local, das quais se predispõe ombrear lado a lado na concretização dos resultados e metas almejadas.


Resumo Geo-Histórico do município do Pango-Aluquém
3/3/2011 14:44:00

RESUMO GEO-HISTORICO DO MUNICÍPIO DE PANGO-ALUQUEM. Com uma extensão territorial de 2.753,5 Km2,o Município situa-se a leste da Província do Bengo e dista a 109 km da cidade de Caxito sede da Província do Bengo fazendo limites com os Município dos Dembos a Norte, do Bula Atumba a leste, do Golungo-Alto Província do Kwanza-Norte a sul e ao Oeste com Municipio do Dande, com uma população estimada em cerca de 49.597 habitantes. O município tem como principal recurso o solo arável em quase toda extensão onde se pode diversificar a actividade agrícola. A cultura do café é a actividade de maior renda seguindo-se a pecuária. É também rica em madeira. O município administrativamente divide-se em duas comunas, a sede e a de Cazuangongo. A sede, Pango comporta 4 povoações e Cazuangongo tem 16 bairros e 51 fazendas agrícolas, a maior parte delas em estado inactivo. Até 25 de Abril de 1980, Pango-Aluquém pertencerá a circunscrição político-administrativa de Kwanza Norte. A partir de 26 de Abril de 1980, integrou a província do Bengo a semelhança dos outros dois municípios que também pertenceram a Kwanza Norte, Bula Atumba e Dembos. O município comemora o dia da sua criação a 1 de Setembro. Chegada dos povos habitantes do Município O território que constitui, hoje, o município de Pango-Aluquêm, antes da penetração e ocupação colonial, era habitado por duas (2) tribos, nomeadamente, os Kimbundos e Loangos. Chegada dos Kimbundos Os povos Kimbundos que provoam actualmente o Municipio de Pango-Aluquém são provenientes da Ilha de Luanda. Com efeito, na face de disputa da cidade de Luanda, entre Portugueses e Holandeses, uma família de Guerreiros chefiada por um Dembo Guerrilheiro de nome Cazua-Ngongo, solicita ao Reino Ngola Kiluanje a saída desta cidade para outras paragens com vista a conquistar de melhores condições de subsistência. Na caminhada, a caravana passa pelo Caxito, onde o Dembo Nambuangongo, irmão mais velho de Cazua –Ngongo,separa-se do grupo e dirige-se ao Norte. Um contingente deste grupo preferiu instalar-se em Icau, onde Salambemba, o irmão menor de Cazua-Ngongo foi empossado ao grau de Soba da área. Tomando via contrária, Cazua-Ngongo, descendo para sul-Este, coloca um dos seus parentes,Hesso Anâmbua,como Dembos nas terras do actual Gombe-Ya-Muquiama. Prosseguindo a sua marcha, instala o Soba Sassa Calomba.Nas terras actuais e Kaculo-Kahenda nas proximidades de Bula-Atumba. O próprio Dembos Czua-Ngongo fixou-se nas actuais paragens,da Comuna de Cazua –Ngongo,tendo sob o seu controlo trinta e duas(32) Sanzalas seu território abarcava as actuais áreas de Gombe-ya-Muquiama,antes Hessó-Anâmbua,o Icau e Kaculo Kahenda sendo postos avançados contra a ocupação colonial. O Símbolo do poder era a Kijinga,acompanhado de vestes de pano e um Mbaçá bem como sineta que significava carimbo e Bandeira. Chegada dos Kimbundos do Gombe-ya-Muquiama. Gombe-ya-Muquiama,é o verdadeiro nome e significa rebelde. Trata-se de duas (2) raparigas que haviam sido levados pelos Holandeses, ao saírem de Luanda,e abandonadas no Reino do Congo.Neste novo território, as duas raparigas Kimbundos casaram com os filhos do Rei,tendo sido resultado na tribo Ngaji,conhecendo a sua origem,a família Ngaji decideu regressar a procedência,usando como sinais para identificação, a língua Kimbundo e o som das trombetas características dos habitantes provenientes da Ilha de Luanda. Ao surgir nas anteriores terras do Hesso Anânbua,entram em violentos combates com este e o Dembo Cazua-Ngongo em defesa do Hesso–Anânbua,descobre que os inimigos erem pessoas da mesma família. Assim, decide retirar Hesso-Anâmbua para instalar definitivamente os recém chegados, cujo apelido serviu para designar o local Gombe-ya-Muquiama. Chegada dos povos Loangos. Nos tempos remotos,no reino do Congo,mormente na localidade de Loango,na actual Provincia de Cabinda três (3) irmãos, designadamente Mpango-Aluquém, NJIMBO-aluquém e Nzambi-Aluquém por solitação da autoridade tradicional da região dos Dembos foram mandatados pelo tio Nimi-Aluquém numa disseminados naquela região (dos Dembos). Apois o cumprimento êxitoso desse dever,em retribuição, os autóctones ofereceram bandas de terra aos irmãos chegados.Assim.coubera, e eles as actuais terras de Njimbo-Aluquém na comuna de Cazuangongo; Nzambi–Aluquém, nos Kilombo dos Dembos; Nkoxi, nos Dembos-Quibaxe, Kiaji, comuna do Bula-Atumba; e finalmente,ao primogénito,de nome Mpango-Aluquém,coube as actuais terras situadas na região dos Dembos circundades por Gombe-ya Muquiama,Dungo, Cazua-Ngongo e Combe. Penetração e Ocupação do Municipio pelos Portugueses. Os portugueses ávidos de colonizar Angola, por força de armas foram conquistando e ocupando as terras Angolanas e submetendo os seus povos a colonização.Todavia,no território do Municipio de Pango-Aluquém exercito colonial deparou-se uma forte resistência dos Guerrilheiros de Cazuangongo. Resistência de Cazua-Ngongo. A primeira incursão portuguesa nesta região foi registada em 1872,quqndo a coluna comandada pelo Tenente Coronel João de Almeida, trava a 24 de Julho primeiros combates contra os Guerrilheiros chefiados por Kibandende,o então Dembos de Cazua-Ngongo que,no mesmo ano veio a falecar por doença. Nessas batalhas,os bravos Guerreiros de Cazua-Ngongo capturam a senhora Riqueta,esposa de um fazendeiro denominado Silva, na baixa colume, hoje Santa Teresa. A mesma senhora,mais tarde,casa com o Dembo Kamuango-Kangongo, substituto do Kibalandende. Em Junho de 1908,por ordens do Tenente Coronel Almeida Valente,o forte de Maravila transitou para Cazua-Ngongo,passando a chamar-se posto militar de Cazuangongo que extinguiu-se em 20 de Junho de 1922,consumada a ocupação completa dessa terra. Penetração na actual sede e estabelecimento do Posto Administrativo. Conquistada Cazua-Ngongo,o colonialista português na prosseguição da sua missão,logrou facilidade na penetração e ocupação do território de Pango-Aluquém. Nesta nova resistência, da parcela, o colonizador estabeleceu a sua sede que baptizou por Pango-Aluquém que mais tarde em 1919,serviu o nome de posto Administrativo. A partir da sua sede,estendeu-se duma forma pacífica a sua influência para outras áreas,tais como Gombe-ya-Muquiqmq,Hesso-Anâmbua,Dungo e Quita. Criação de Fazendas de Café e a Chegada dos Ovimbundos. Terminada a face de ocupação, os colonialistas com intuito de desenvolver a Economia para o sustento do Metrópole, criaram vastas plantações de café denominda fazendas ocupando 98% (noventa e oito porcento) de superfície do actual Municipio. Havendo necessidades de angariar mãos de obras,barratas os colonialista foram contratando os Ovimbundos que mais tarde a pois a Independência,fixaram-se neste território constituindo deste modo a terceira tribo do Municipio. Conversão de Posto Administrativo em Conselho. Decorrido vários anos,a população caféicola atingiu o seu apogeu,constituindo a base da economia do posto Administrativo de Pango-Aluquém.Comparando os indicadores da produção de café,verificou-se que o posto Administrativo de Pango-Aluquém superava a produção do conselho dos Dembos.Então,perante essa escenção Económica,Administração Colonial achou melhor conferir ao posto Administrativo de Pango-Aluquém o estatuto do conselho Administrativo em 1971,dia 01 de Setembro, conforme o Diploma Legislativo nº4153,publicado no boletim oficial nº206,Iº série. Surgimento do Posto Administrativo de Cazua-Ngongo. Em consequência do estatuto do conselho Administrativo conferido ao posto Administrativo de Pango-Aluquém achou-se por bem por parte da entidade colonial,transformar Cazua-Ngongo em posto Administrativo, facto que ocorreu em 1922.-


resumo geográfico, histórico e turístico
3/3/2011 14:43:40

A província do Bengo corresponde a uma nova área administrativa do País, tendo sido criada por força da Lei nº3/80, de 26 de Abril, com a capital na cidade de Caxito, nao obstante a inexistência de infra-estruturas administrativas de nível provincial. Administrativamente divide-se em 8 municípios e 32 comunas. O primeiro Governador do Bengo, de 1980 a 1987, foi o Sr. Manuel Lopes Maria "Xi Mutu", na altura com a designaçao de Comissário Provincial. Os municípios da província Para efeitos de administração local, o território da Província do Bengo divide-se em municípios, comunas, bairros ou povoações, estando conformada por 8 municípios 32 comunas e 466 bairros ou povoações (aldeias). Ambriz, Dande, Icolo e Bengo, Quissama, Nambuangongo, Bula Atumba, Dembos-Quibaxe e Pango Aluquém, constituem a divisão administrativa que é habitada por cerca de 500 mil habitantes, correspondendo a uma densidade populacional de 12,2 habitantes por km². O Município do Nambuangongo é o mais populoso com cerca de 21,89% da população da Província, seguindo-se-lhe o município sede (Dande) ocupado por cerca de 16,3% e o menos povoado é o do Ambriz com cerca de 3,3% do total da população da Província. A Província do Bengo O Bengo é a Província mais recente de Angola. Foi parte integrante da província de Luanda, até a publicação do decreto número 3/80 de 26 de Abril, altura que foi criada como a mais nova província de Angola. Ainda em fase de crescimento, a sua riqueza mineral, agrícola e cultural, coloca lhe no patamar das mais promissoras províncias do país, em termos de desenvolvimento, bem como na aplicação de planos que visam garantir sustentabilidade de empreendimentos públicos e privados. De entre as potencialidades para o desenvolvimento são aspectos relevantes, para além dos recursos naturais e humanos, a consolidação da autoridade do Estado e a sua renovada capacidade de intervenção na sociedade, chamando a si a tarefa de materializar projectos de grande dimensão e impacto capazes de criar as condições estruturantes para um desenvolvimento económico e social sustentado. A província do Bengo é aquela que mais próximo se encontra do centro político, administrativo e de negócios do país. Essa proximidade geográfica à Luanda e de um vasto e diversificado mercado, concedem aos potenciais investidores condições particulares de atractividade e de deslocalização das actividades dado o congestionamento e saturação da cidade de Luanda. Geografia do Bengo Com uma superfície de 41 000 km2, habitada por 500 mil habitantes, Bengo é ladeada à norte pelas províncias do Uige e Zaire, a Este com a província do Kwanza-Sul, a Oeste é limitado pelo Mar e a Sul a província de Luanda, que fica a 40 minutos de estrada. Hidrográficas e físicos A província do Bengo situa-se numa área geográfica abrangida por uma vasta bacia hidrográfica, que vai desde os rios Kwanza, Lodge, Dande e Bengo. Os rios Dande e Bengo atravessam a província no sentido leste – oeste constituindo um recurso aquífero importante para o desenvolvimento de determinadas culturas. A província é ainda atravessada por muitos outros cursos de água com um excelente potencial de aproveitamento. No interior da província existem também inúmeras lagoas com excelentes condições para aproveitamento económico produtivo, exploração piscícola e turística. Rios e seu aproveitamento Lodge Aproveitamento de mais de 10.000 hectares. Dande Aproveitamento de mais de 10.000 hectares incluindo o perímetro irrigável do Caxito. Bengo As obras da barragem da Quiminha proporcionam o aproveitamento de cerca de 35.000 hectares. Kwanza Após a conclusão das obras da barragem de kapanda obter-se-á a regularização do seu curso e caudal proporcionando o aproveitamento de cerca de 45.000 hectares de terras para a agricultura nas áreas da comuna de Caculo Cahango. Recursos naturais A província dispõe de abundantes recursos naturais que lhe permite almejar um crescimento e desenvolvimento potenciado e sustentado para exploração do sector primário o que, numa primeira perspectiva, possibilitará ensaiar mecanismos de combate a carência alimentar, fazer relançar a produção e com isso criar postos de trabalho e assim aumentar os rendimentos das populações que influenciará significativamente nas condições económicas e sociais das populações da província. Junto a bacia sedimentária, nas regiões da Kissama e Ambriz, existem jazigos de matérias-primas minerais, como petróleo. Entretanto, à 25 quilómetros de Caxito encontra-se a zona com gesso, dolomite, calcário, argila e sal mineral. Na zona sul, na região de Úcua encontra-se as reservas de tórico, estanho, alumínio e berílio. O Clima Tal como a maior parte do território angolano, o clima no Bengo engloba-se na cintura tropical, semiseco. Existem duas estações climatéricas durante o ano: período seco e o período das chuvas, com relativas temperaturas anuais e mensais elevadas. Os valores mais expressivos das temperaturas situam-se entre 22-32ºC A estação seca, também chamada de Cacimbo abrange os meses de Maio até Agosto e quase não se regista qualquer precipitação. A precipitação média anual fixa-se entre 600-900 mm/ano com a humidade relativa anual média de 80 e os 85%. Indicações geográficas A província do Bengo está situada na zona costeira do Oceano Atlântico, tem uma superfície de 41.000 km2,numa faixa altimétrica dos 0-200 metros e apenas uma pequena porção, na região oriental, acima dos 200 metros de pendente suave para o litoral. Estende-se sensivelmente na direcção Norte-Sul ocupando 2,5% do território nacional, envolvendo geograficamente a província de Luanda. Confinada a Norte pela província do Zaire, a Nordeste pela província do Uige, a leste pela província do Kwanza Norte e a Sudoeste pela província do Kwanza Sul e Luanda e o Oeste com o Oceano Atlantico. O território que delimita a província do Bengo está definido por uma complexa combinação de planaltos, divididos por vários rios e agraciados depósitos de diferentes composições e potencialidades de solo estratificado. Bengo é dominado por diferentes tipos de solo: aluvionais e ferralíticos tropicais barros negros e pardos. A flora que reveste estas superfícies é constituída por três principais tipos de floresta: Savanas com arbustos e árvores; Matos brenhosos e Floresta densa húmida. O relevo da província do Bengo é ondulado e pode ser dividido em algumas unidades morfológicas: Faixa litoral, planície litoral, planalto ondulado premontanhoso. A altitude acima do nível do mar varia desde a costa 0,5 m a 1200m para o interior a linha costeira é francamente diviritos e dioritos de quartzo. Do ponto de vista tectónico, o território ocupa parte Noroeste do Massico Central de Angola. A cultura da província Os habitantes deste território são de origem diversificada, isto é, dos Reinos do Ndongo e do Congo que se instalaram na região durante o processo migratório dos povos, muito antes da independência. O kimbundu é a língua da maioria do povo desta região que também expressa-se em outras línguas nacionais como Kikongo e Loango para além do português, língua oficial. As festas da Mamã Santana padroeira de Caxito, Mamã Muxima no Município da Kissama, as festas das lagoas de Ibêndua na comuna da Barra do Dande, e nos últimos tempos as festas de Caxito são os principais eventos culturais ou rituais celebrados a cada ano pelos habitantes do Bengo, que na sua maioria professam a religião Católica. As igrejas Metodista, Bom-Deus e Kimbangu são outras com maior número de fiéis no Bengo. O povo desta região conserva um património cultural e uma identidade própria desde os hábitos e costumes. Encontram-se no Bengo importantes monumentos e sítios históricos até hoje preservados, num total de 12 já classificados pelo Ministério da Cultura, distribuídos da seguinte forma; O Município do Ambriz com 5 monumentos e sítios, nomeadamente, uma Fortaleza, a casa dos escravos junto do Mar, o edifício da ex-Câmara Municipal do Ambriz, a igreja de São João e a zona pitoresca (sítio), o Município do Dande com 2, o edifício do Chalé onde funciona actualmente o Governo do Bengo e a Igreja da Nossa Senhora Santa Ana, em Caxito, no Icolo e Bengo temos 1 sítio Histórico, o Kaxicane, local onde nasceu o primeiro Presidente de Angola, Doutor António Agostinho Neto, enquanto que o Município da Kissama possui 4 monumentos e sítios classificados tais como: A Fortaleza da Muxima que fica na zona mais alta da vila classificada no ano de 1924, a Igreja da Nossa Senhora da Conceição “Mamã Muxima” classificada no mesmo ano, o núcleo histórico constituído pelas primeiras construções na vila municipal da Kissama cuja classificação foi feita em 1956, bem como o Morro do Tuenze onde antigamente era extraído o Sal-gema, sendo assim, os únicos monumentos classificados antes da independência de Angola, proclamada a 11 de Novembro de 1975. Ao passo que os demais monumentos e sítios da província do Bengo foram classificados após a independência Nacional, estando ainda previsto a classificação de mais outros. Quem vê o Bengo adentro, desfruta-se de vários encantos turísticos que a natureza lhe oferece o que diariamente leva à região turistas nacionais e estrangeiros. Falamos precisamente dos locais turísticos do Açude, da Barra do Dande, da praia da Pambala nos Libongo, bem como o Parque Nacional da Kissama, no Município com mesmo nome, entre outros locais de interesse comum existentes nesta parcela do território nacional. A província do Bengo a partir do ano 2009 é governada pelo DR. Joao Bernardo de Miranda que tem como coadjutores o Sr. General António Farel dos Santos Van-Dúnem, Vice-Governador para os Serviços Técnicos e Infra-estruturas e a DRª Elvira Peregrina de Jesus Van-Dúnem, Vice-Governadora para o Sector Económico.


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